13 de julho de 2015

CAPÍTULO 8 - SONO


Luan Narrando



Após eu mesmo fechar a porta de casa, fui em direção a sala e Bruna vinha atrás de mim, meus pais estavam no sofá, minha mãe com as pernas no colo do meu pai dando  risada.

- Eles são muito gente boa né filho?
- Eles quem pai? – Perguntei meio perdido
- Como quem Luan, o Ricardo e a família dele. – Disse óbvio, enquanto minha irmã ria.
- É que o Pi só teve olhos pra uma pessoa dessa família essa noite. – Me olhou desconfiada, enquanto eu lhe lançava um olhar mortal.
- Do que você tá falando Bruna?
- De uma pessoa que atende pelo nome de Vitória. – Falou desentendida.
- Cala boca Bruna. – Falei irritado.
- Olha o respeito vocês dois. – Minha mãe que antes ria agora nos dava uma bronca.
- Ela que começou. – Cruzei os braços irritado e meu pai riu - Para pai. – Bufei.
- Ó só te digo uma coisa, não me arruma pra cabeça hein. - Disse meu pai ainda rindo.
- Ó Senhor – Olhei pro alto como quem pedi alguma coisa – Eu vou subir, boa noite.
- Boa noite. – Eles responderam.

Subi para o meu quarto, e logo fui tomar um banho para descansar o corpo, porque a mente estava totalmente perturbada com a presença dela. Quando sai, levei um susto com minha irmã toda esparramado na minha cama mexendo no celular.

- O dia que você não tiver mais irmão não reclama, isso não é jeito de entrar no meu quarto e me matar de susto. – Falei indo pro closet.
- Ixi Pi, o que te mordeu hoje? Ou melhor quem?
- Bruna vai pro seu quarto vai. Quero dormi.
- É me chamando de Bruna, me expulsando do seu quarto, o negócio é mais sério do que eu imaginava. – Falou me ignorando.
- Tudo bem, fala o que você quer. – Perguntei me deitando do lado dela e a encarando.
- Eu conversei com ela. – Olhei pra ela prestando mais atenção. – Ela me parece uma pessoa legal, batalhadora, educada, simpática, ela é médica sabia? – Arregalei os olhos, como assim uma moça tão linda, tão meiga e que parece ser tão frágil, pode já assumir essa responsabilidade de ser médica? É ela é mesmo uma caixinha de surpresas, e acabo de encantar mais por ela.
- Tá pensando o que ai cabeção? – Perguntou minha irmã.
- Sei lá, ela tão surpreendente. – Falei me virando de barriga pra cima.
- Eu acho que tem alguém apaixonado aqui em. – Falou me zoando.
- Menos Bubu, menos.
- Ok senhor apaixonado, vou te deixar dormir, boa noite. – Falou se levantando da cama e indo em direção à porta.
- Boa noite. – Respondi já me virando pro outro lado, ficando de costa pra ela.
- Quando eu e ela marcamos de sair eu te aviso. – Falou com uma voz sapeca saindo do quarto e eu fiquei perturbado. Será que minha irmã trocou telefone com ela?

Afastei esses pensamentos e me rendi ao cansaço e ao sono que me atingiram com força.  



Vitória Narrando



Meu irmão e meu pai vieram o caminho todo falando dos próximos negócios a serem tratados no escritório, minha mãe veio quieta, com uma expressão indecifrável e sempre me encarando, sabia que algo não a havia agradado e não era só ter que acompanhar meu pai em mais um jantar de negócios, dessa vez o problema era comigo, tinha certeza disso e meu pai que não é bobo já havia percebido a muito tempo esses olhares dela sobre mim, resolvi encarar a rua pelo vidro do carro, para não olhar pra ela e evitar uma possível discussão entre meus pais ali mesmo.

Chegamos em casa após o jantar e eu só queria cama, estava muito cansada, até com dor de cabeça. Porém meu pai veio atrás de mim na cozinha enquanto eu bebia água, sabia que ele queria falar comigo.

- Brigada filha. – Foi a primeira coisa que ele disse assim que o encarei.
- Pelo que pai?
- Por ter nos acompanhados hoje? – Sorriu de canto.
- Você sabe pai, que pra mim não e nenhum problema estar com você e meu irmão em jantares ou qualquer outra coisa é a profissão de vocês poxa, igual vocês sempre estiveram comigo agora no começo da minha. – Segurei em suas mãos.
- Pena que sua mãe não pensa assim. – Abaixou a cabeça.
- Ei pai, olha pra mim. – Pedi o olhando. – Não liga pra mamãe, você sabe que ela é assim, sempre foi, nem a minha profissão ela aceita. Não fica assim não gosto de te ver assim. – O abracei.
- Tudo bem meu amor. – Me encarou. – Aconteceu alguma coisa hoje entra vocês duas que eu perdi?
- Não, não que eu saiba, por quê?
- Sua mãe veio te encarando o caminho todo. – Fechou a cara.
- Deixa pai não deve ser nada, você conhece a peça, dona Suzana é imprevisível. – Sorri novamente.
- Tudo bem meu amor. Pode ir descansar. Dorme com Deus. –Beijou minha testa e sorriu amigável.
- Dorme com Deus também pai. Boa noite.
- Boa Noite.

Deixei meu pai na cozinha e fui pro meu quarto. Tomei um banho e logo me deitei.  Eu sei que ele fica chateado com as atitudes da minha mãe, mas ele não pode se importar tanto, se não ele fica louco. Dormi em meio a esses pensamentos e preocupações. 











NOTAS: 


OI MEUS AMORES, TD BEM COM VCS??... COMO FOI O FDS?... APROVEITARAM MUITO? HAHAHA... BOM COMO EU DISSE TENTEI ADIANTAR A FIC, QUERIA TER ADIANTADO MAIS, PORÉM A FALTA DE TEMPO ME PREJUDICOU, VOU VER SE CONSIGO ESCREVER MAIS UM POUCO AINDA HOJE... MAIS EU FALEI QUE VOLTAVA HOJE, E AQ ESTOU EU, TARDEI MAIS CHEGUEI, COM UM CAPÍTULO NOVINHO PRA VCS... ESPERO QUE GOSTEM!

GE, AINDA BEM QUE VC SE ATUALIZOU E JÁ ADIANTOU A LEITURA, FICO MUITO FELIZ, E AQ ESTÁ MAIS UM CAPÍTULO, SERÁ Q ROLA AMIZADE? É SEMPRE BOM FAZER NOVAS AMIZADES HAHAHA BJO LINDA!

GENTE ENTÃO É ISSO, FIQUEM COM DEUS E APROVEITEM, SE TUDO CORRER BEM, AMANHÃ EU VOLTO.

BEIJO AMO VOCÊS!!!

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