15 de outubro de 2015

CAPÍTULO 18 – A VIDA POR UM FIM!

ATENÇÃO IMPOTANTE;

AMORES DA MINHA VIDA LEIAM AS NOTAS NO FINAL DO CAPÍTULO!!!



Ricardo Narrando


Já não aguentava mais ver minha filha sofrendo desse jeito, podia ver o sofrimento, o desespero e a raiva instalados no seu olhar todas as vezes que Suzana resolvia destilar seu rancor para cima dela.

Por falar nela, depois da cena horrorosa eu ela fez questão de protagonizar  no andar de baixo da nossa casa, subi com ela pro andar de cima, mas especificamente pro nosso quarto, não  me importei com a  forma que reagi com ela, na hora não conseguia pensar em nada se não proteger a Vitória.

Me controlei ao máximo para não perder a cabeça de vez com ela,  minha vontade era fazer ela sentir na raça e na pele todo o sofrimento que ela vinha causando para nossa filha. Quando cheguei ao me limite com aquela discussão toda, saí do quarto me dirigindo para o escritório, a última reação da minha esposa foi arremessar algo de vidro contra a porta, pouco tempo antes que fechasse a mesma. Adentrei aquele enorme escritório e olhei todos os cantos, mais uma vez eu estava ali, aquele ambiente era meu refúgio quando as brigas com a Suzana aconteciam, quantas noites eu dormi ali naquele sofá, ou simplesmente passei a noite acordado me embebedando, tudo numa tentativa de esquecer.

Me joguei de qualquer jeito naquele sofá, com a cabeça rodando, as palavras de Suzana durante a nossa briga ainda rodeavam minha cabeça, Você não tinha o direito de  me tratar daquele jeito lá embaixo, eu sou sua mulher e  exijo respeito.”, “Você vai se arrepender de tudo que fez e eu vou assistir tudo de forma privilegiada.”, “Você Ricardo, está condenado a sentir e passar  pelo pior sofrimento que uma pessoa pode viver, você vai sofrer mais do que eu sofri um dia na minha vida nas suas mãos.”.

Perdi a noção do tempo enquanto pensava na vida, só sabia que já havia escurecido, olhei no relógio e já marcava 20:15 da noite, respirei fundo precisava saber como andava as coisas no lado de fora daquele escritório. Fui descendo as escadas devagar, o silêncio reinava por todos os lados, chegava a ser assustador. Quando passei pelo último degrau da escada, avistei meu filho deitado no sofá, entretido com seu celular.

- Faz tempo que você está aí? -  Perguntei me aproximando e sentando no outro sofá.
- Nossa pai que susto! – Disse se arrumando no sofá. – Faz um tempinho sim, cheguei a cochilar aqui.
- Uhm e sua irmã? – Perguntei encarando o nada a minha frente.
- Tá mal né pai, poxa a mamãe resolveu perder a cabeça de vez?
- não sei! – Disse negando com a cabeça.
- Cadê ela pai?
- Deve estar no quarto, foi lá que eu deixei ela! E sua irmã? – Perguntei agora o encarando.
- Também está no quarto.
- Desde que horas a Vitória está trancada no quarto? – Perguntei com uma pontinha de preocupação começando a apertar meu peito.
- Pouco tempo depois que vocês resolveram parar de “gritar” ela subiu pro quarto dela, disse que precisava ficar um pouco sozinha e...
- Vitor ninguém fica quase 8 horas trancada um quarto, sem comer ou beber nada! – Falei me alterando e sentindo meu peito apertar de vez. – Eu vou ver ela. – Disse subindo as escadas.
A cada degrau que eu subia, parecia que meu coração ficava mais amarrado ainda, uma necessidade absurda de chorar começa a me dominar, quando cheguei em frente a porta de seu quarto, tentei me controlar, e me coloquei a chamar pelo seu nome.
- Vi? – Chamei com a voz um pouco controlada. – Filha abre a porta! – Forcei a maçaneta e como eu imaginava a mesma estava trancada. – Vitória! Filha, por favor, abre a porta! – O desespero voltou a tomar conta de mim. – Vitória! Eu só quero te ver, pelo amor de Deus abre a porta! – Nada, nem um fio de voz da minha pequena, portanto não tive outra alternativa a não ser usar da minha força para conseguir abrir aquela maldita porta.

Quando consegui abrir, adentrei aquele quarto, um misto de várias coisas passou pelo meu coração, aquele quarto parecia sem vida, passei os olhos por todos os cantos daquele ambiente e nada dela.

- Vitória! – alterei um pouco a minha voz. Nada nem um sussurro abafado, nem um sinal da minha pequena, as lágrimas já corriam meu rosto sem ao menos eu perceber quando começou, com a garganta quase trancada, corri para o último ambiente restante, seu closet.

Entrei em um breve estado de choque, não conseguia me mexer, meu coração acelerou e o desespero tomou conta de mim, não, não podia ser ela, não podia ser minha menina, ali assim jogada, em um estado totalmente desesperador.

- Não, não! Vitória! – Me ajoelhei diante de seu corpo, sua volta era tomada por remédios e cheiro daquele perfume se tornou um tormento na minha cabeça, ela não tinha feito isso. – Vitória minha filha pelo amor de Deus! – Eu só queria que ela falasse comigo. – Você não fez isso minha pequena, você não fez! – Precisava tirar ela dali. – VITOOORRR!!! – Gritei pelo meu filho, que em dois tempos estava ali.
- Pai... O que aconteceu pelo amor de Deus, ela não fez isso pai!
- Me ajuda, vamos levar ela para um hospital, desce e abre o carro. – Tomei minha menina nos braços, enquanto Vitor seguia na minha frente, se já não bastasse isso, dei de cara com Suzana entrando no quarto naquele instante e não se controlou quando realmente tomou total conhecimento da situação.
- Não Ricardoo, não. – Falou vindo em minha direção com os olhos tomados pelas lágrimas, lágrimas essas que eu não sabia mais se eram verdadeiras, ela se jogou encima da filha, chorando desesperada.
- Sai da minha frente Suzana, se não é pra ajudar sai da minha frente. – Falei  perdendo a  paciência e trocando os passos em direção ao corredor, empurrando ela da minha frente.
- Eu quero ir com você! – Dizia ela enquanto eu saia pela porta da frente da casa em direção ao carro.
- Mas você não vai! – Falei colocando minha filha no banco de trás e logo em seguida Vitor entrou junto com ela.
- EU QUERO IR COM A MINHA FILHAAA!! – Veio pra cima de mim me estapeando o peito.

- CHEGA SUZANA!! SE CONTROLA. – Falei tirando suas mãos de cima de mim e adentrando o lado do motorista no meu carro, seguindo em direção ao hospital mais próximo. 








NOTAS:

OIE AMORES... EU SEI QUE DEI UMA SUMIDA, ESSA FOI A MAIOR DE TODAS, ME PERDOEM... BOM, O QUE ACONTECEU PARA EU SUMIR EU FOI NADA DIFERENTE, MAS SIM A FACULDADE, COMO SEMPRE!! PORÉM DESSA VEZ NÃO  FORAM APENAS AULAS E TRABALHOS, MAS AS PROVAS E EU NÃO PODIA DEIXAR DE ESTUDAR, PEÇO QUE VOCÊS ME ENTENDAM MAIS UMA VESZ. O CAPÍTULO NÃO FICOU MUITO GRANDE, MAS QUERO POSTAR OUTRO AINDA ESSA SEMANA QUEM SABE AMANHÃ!

TENHO DOIS RECADOS PRA VCS:

1. QUERIA SABER SE VCS QUEREM UM GRUPO NO WHATS? SE SIM, POR FAVOR DEIXEM O NÚMERO DE VCS NOS COMENTÁRIOS. 

2. EU FIZ O GRUPO DA FANFIC NO FACEBOOK, VOU DEIXAR O LINK DO GRUPO É CLICAR E PEDIR PRA ENTRAR, TEREI O MAIOR PRAZER EM ADICIONA-LÁS, O GRUPO TEM COMO OBJETIVO, FACILITAR O CONTATO COM VCS, ENTÃO PODEM FALAR, PERGUNTAR, CRITICAR ENFIM, MANTEREI VCS INFORMADAS LÁ TAMBÉM!


OU TAMBÉM PODEM PROCURAR LÁ NO FACE O NOME DO GRUPO: Fanfic - Desperta em Mim Meu lado Bom.

BOM GALERA É ISSO, CURTAM O CAPÍTULO E COMENTEM, DEPOIS TEM MAIS... AMO VCS <3.

PS: DESCULPE SE TIVER ALGUM ERRO DE PORTUGUÊS!

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